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Porsche Consulting transfere know how e inova em treinamentos

Porsche Akademie inaugura no Rio de Janeiro trazendo novo conceito e metodologia em treinamentos.

A partir de agora as empresas sediadas no Rio de Janeiro podem contar com os serviços da Porsche Consulting Brasil por meio da Porsche Akademie. A unidade de treinamento visa reforçar os resultados das empresas de qualquer porte e atividade econômica a transformarem seus processos de gestão e se tornarem mais eficientes.

O objetivo é a melhoria da performance operacional de processos, produtos e organização. Com uma abordagem diferenciada que combina pouca teoria com muita prática, os treinamentos da Porsche Akademie estão disponíveis para empresas e profissionais individuais. Além disso, podem ser realizados in company. Tudo isso em qualquer cidade do Rio e do país. “O princípio é ensinar, levar os participantes a simular processos e depois estimular as aplicações práticas. Por essa razão, os nossos treinamentos têm tanto sucesso em todo o mundo e agora estão disponíveis no Brasil”, afirma Eberhard Weiblen, CEO mundial da Porsche Consulting.

A atuação da consultoria e da Akademie não se limitam à indústria automotiva. A aviação, engenharia de máquinas e sistemas, bens de consumo, setores de linha branca e de móveis, entre outros, fazem parte dos setores atendidos. Além disso, a Porsche Consulting acumula experiência em projetos na área de serviços, como hospitais, bancos e seguradoras, comércio de varejo e atacado.

A Porsche Akademie chega ao Brasil oferecendo um vasto programa de treinamento, sempre conforme as necessidades de empresas e profissionais. “São apresentados métodos que levam a formas altamente eficientes e enxutas de produção”, afirma Jürgen Lochner, diretor geral da Porsche Consulting Brasil. Um dos princípios fundamentais deste trabalho é o treinamento de colaboradores e o acompanhamento durante a transformação da performance da empresa e a mudança de atitude dos profissionais.

O grande diferencial da Porsche Akademie não está somente na dinâmica prática dos treinamentos, mas sim na variedade dos formatos oferecidos. Além de cursos abertos para profissionais individuais ou ligados a empresas e os fechados in company, a Porsche Akademie monta verdadeiras oficinas dentro das empresas. “Ou seja, transmitimos metodologias e conceitos de treinamento ajustados às necessidades do cliente, que permitem às empresas estabelecer seus próprios centros de treinamento para desenvolver e qualificar seus colaboradores, a longo prazo, com seus instrutores internos”, explica Lochner.

Os participantes podem inclusive maximizar sua capacitação por meio de uma combinação de treinamentos, montando um programa de aprendizagem elaborado de acordo com seus interesses. Outra novidade é a oferta de viagens de benchmark para Europa, onde os participantes poderão conhecer cases de sucesso, além do serviço de coaching para diretores e executivos, com foco na implementação da filosofia lean.

Os instrutores são consultores com vasta experiência na Porsche Consulting, tendo em média mais de dez anos de experiência de mercado brasileiro e internacional. Estes experts dispõem de simulações práticas altamente elaboradas e vastamente aplicadas. “Muitos dos clientes da consultoria de gestão internacional já criaram suas próprias oficinas de ensino com a ajuda destes profissionais”, diz Eberhard Weiblen, CEO mundial da Porsche Consulting, que veio ao Brasil especialmente para a inauguração da Porsche Akademie.

Os treinamentos se dirigem a colaboradores de todos os níveis hierárquicos: interdisciplinar ou segundo a demanda de departamentos em específico. “O sucesso do nosso trabalho de consultoria está em convencer todos os colaboradores da mudança para um estado melhor. E isso acontece com mais facilidade se integrarmos os colaboradores 100% ainda durante o treinamento. Aqui, a indústria e economia não diferem muito do esporte”, finaliza Lochner.

Para a inauguração o primeiro treinamento ministrado foi em São Paulo: Sistema de Produção Just in Time, apresentando os “segredos” da Porsche AG. Os participantes puderam transferir os conhecimentos da montadora mais lucrativa do mundo para suas empresas, por meio de um jogo que simula processos reais. . [E-mail akademie-brasil@porsche-consulting.com |Site http://www.porsche-consulting.com.br].

Fonte: http://www.revistafator.com.br

Entrevista com Sandra Maia, autora

Amigos leitores do blog “Da Mesa do C.L.O.”, hoje teremos uma entrevista com Sandra Maia, formada em Comunicação, Pós-Graduada em Administração de Marketing, Escritora e Colunista,  autora do livro “O Negócio da Comunicação, do Começo à Ação” publicado pela Ed Qualitymark. Boa leitura.

1-          Sandra, logo no início do livro, você escreve que percepção é igual a verdade. Podemos entender então que percepções variadas geram verdades variadas?

Esse é um tema complexo. Está ligado ao comportamento. Então, sim, de acordo com a percepção, que é de cada um com base na sua referência e história de vida, somados ao que lhe chega pela comunicação, a verdade será só sua. Há um autor que tem uma frase ótima, Mark W. Baker escreve “… apesar de a verdade ser absoluta, nós a percebemos de forma relativa…” Por isso, gosto sempre de afirmar que o conteúdo é sempre de quem lê ou vê. Na comunicação empresarial acontece o mesmo. É preciso por isso ser claro, objetivo e direto todo o tempo. Não deixar espaço para o outro – nesse caso, o cliente – fantasiar. A marca, afinal, está na cabeça do consumidor. Ele a constrói da forma como a entende ou percebe.

2-          “Respirar brand equity” é uma expressão forte. As empresas brasileiras “respiram” o cuidado com a marca?

Muitas organizações já despertaram para essa questão. Temos exemplos recentes, como Gol, TAM, Blue Tree Hotels e uma série de outras organizações que, sim, vivem e trabalham para construir marcas fortes e perenes.

3-          Para desenvolver o projeto do Blue Tree Hotels, você mergulhou nos processos e procedimentos da rede. Qual é a importância de uma operação bem azeitada para a experiência positiva com a marca?

Essencial! Não há como trabalhar a comunicação sem levar junto toda a operação. A marca se constrói em todos os pontos de contato com o cliente. Então, sim, são também responsáveis pela marca o porteiro, o recepcionista, o gerente geral, enfim, todos. Absolutamente, todos em uma organização impactam na imagem e reputação. Nesse sentido, se o conceito global está claro para todos, isso se torna possível. Se não, bem, cada um constrói a marca que quer. No caso específico do Blue Tree, tudo era muito bem orquestrado e o conceito da marca, reconhecido por todos os seus colaboradores.

É claro que nesse contexto entra o papel fundamental de parceiros e fornecedores que precisam também estar imbuídos do conceito que se quer traduzir.

4-          Você cita a Coca-Cola como uma empresa que mantém uma imagem coesa por meio de uma cultura forte. Para você, qual é o elemento fundamental para fortalecer a cultura corporativa?

A comunicação e o relacionamento intrapessoal, ou seja, a equipe, devem ser o ponto central. Qualquer marca ou organização é feita de pessoas. Por isso, tudo deve estar definido claramente – visão, missão, objetivos, pontos fortes e fracos, oportunidades etc. Lembro-me de um executivo que, quando começava a falar da visão de negócio, do sonho, de como seria a organização nos próximos anos, qualquer um da equipe poderia ver o futuro praticamente no ar. Ele possuía esse dom, levava a todos a sonhar com ele um sonho. Comum. Por isso, para mim, comunicação e relacionamento ainda são os pontos-chave da construção de marcas fortes. Depois vem tudo o mais. O conceito, a marca, a logomarca, seus programas, projetos, etc.

5-          A cada dia surgem novas tendências, novos hábitos, novas tribos, numa velocidade cada vez maior. O trabalho de definir públicos-alvo está mais árduo?

Volto a afirmar: “O mais difícil é definir o conceito do negócio. Isso vem primeiro. Por exemplo, vamos construir um restaurante. O conceito será arquitetura contemporânea, ambiente minimalista e cozinha mediterrânea. Acolhimento caloroso e descontraído. Funcionários sempre sorridentes e antenados. O restaurante deve manter sistemas de wi-fi e espaço para bate-papos separado dode serviço, de almoço e de jantar etc. Bom, deu vontade de ir? Pois é, o target fica fácil de ser escolhido quando definimos o conceito. Se o tema é apresentado de forma simples, o cliente certo aparece, a comunicação flui e às vezes nos surpreendemos. Lembro-me de uma vez que, quando lançamos um hotel de categoria econômica com a expectativa de um público x e recebemos um público y, tivemos de rever o tom da comunicação.

6-          Saber olhar-se no espelho com coerência ajuda a manter a marca bem posicionada, certo? Por que boa parte das empresas não consegue realizar essa tarefa a contento?

Olhar no espelho dói. Acontece o mesmo conosco. Por vezes, é complexo mudar o que precisa ser mudado. As transformações vão no âmago, na essência, e, como diz o ditado popular, “crescer dói!”. Pois é, nem sempre as organizações têm a velocidade necessária para a mudança. Então mudam uma coisinha aqui, outra ali… E, então, quando se dão conta, ficaram antiquadras… A mudança então, além de custar muito mais, nem sempre será possível. Há muitas organizações que já aprenderam isso e dão um show no mercado se renovando sistematicamente sem perder a essência. A Nestlé é uma delas.

7-          Você afirma que a escolha dos canais dependerá sempre do perfil do produto, do perfil da marca, do perfil da organização e do segmento de público que se quer atingir. A escolha dos canais tem sido geralmente bem planejada ou imperam as novidades do momento?

Sim. Os canais existem e têm sido os grandes responsáveis pela construção e manutenção de marcas fortes. Ontem mesmo estava conversando sobre isso. Como anunciar um produto que pretende conquistar um posicionamento AA em um outdoor em beira de estrada sem iluminação? É mais ou menos por aí que gira a escolha dos canais adequados. Seja para marketing, seja para comunicação. Ambos constroem marca.

1-          Qual o projeto que você considera inesquecível?

São tantos os projetos que coordenei no decorrer desses anos que é difícil dizer qual o mais querido. São todos inesquecíveis. Todos e cada um com seu grau de dificuldade e conquista. Amo o que faço, e então o projeto inesquecível é o que estou trabalhando neste momento.

2-          Você arriscaria um prognóstico da comunicação corporativa para os próximos anos? Para onde iremos?

Os prognósticos a meu ver são positivos. Precisamos é conscientizar um número cada vez maior de pessoas sobre a importância da comunicação e quanto ela impacta no negócio. Se isso ficar esclarecido, todos ganham em qualidade: os profissionais que estão aí para fazer seu papel e as organizações que rapidamente encontraram seu espaço num mercado veloz e competitivo. A mídia digital está aí para nos mostrar que construir imagem é mais fácil do que mantê-la!

3-          Palavras finais para os leitores do blog “Da Mesa do C.L.O”?

Antes de iniciar qualquer projeto, verifique se o faz com o coração, se tem paixão por aquilo que está fazendo. Daí, comece a conectar todos os pontos. Puxe da memória cases que viu, assistiu e participou. Veja o que mais se adéqua, o que transforma, constrói e posiciona. Depois, siga em frente. Você tem tudo para ser um vencedor! Vale sempre ressaltar, ninguém consegue trabalhar sozinho. A base de relacionamento é ainda a única forma de transformação do ser humano e também de organizações. Nesse sentido, a interação com seus pares e líderes e, as boas relações com parceiros faz toda a diferença. É importante praticar isso todo o tempo. O relacionamento é ainda a chave da comunicação.

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