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Gerenciamento das Habilidades de TI, das Pessoas e o Treinamento Online

Por Elisabeth Maria Mosele

Na implantação de qualquer tecnologia é necessário prestar a devida atenção ao treinamento que será fornecido ao usuário. Muitos empresários tendem a economizar nas horas de treinamento em decorrência dos custos. Entretanto, acaba gerando um novo problema …

Bem, quando o usuário de TI está capacitado ele tem domínio de três tipos de conhecimento: a) o que fazem e como funcionam os produtos e serviços de TI; b) saber quando e porque utilizá-los; c) como utilizá-los para atingir a eficácia tanto pessoal como da organização. A maioria se detém na primeira meta (a), acreditando que se tem conhecimento de como funciona tudo estará resolvido. Infelizmente, a TI não faz milagres. Por outro lado, o custo do treinamento começa a se tornar oneroso em decorrência das alternativas (b) e (c). Elas representam mais horas de treinamento e agregado ao valor do projeto, que normalmente contempla hardware e softwares, o desenvolvimento de todo o contexto deixa de ser atendido, porque o principal, para a maioria dos empresários, é que seus colaboradores tenham pleno domínio da licença do software adquirido.

Frequentemente, pensa-se que as pessoas podem aprender e aprendem o seu trabalho a partir das tecnologias de informação projetadas para apoiá-lo. Evidências sugerem que os gestores não deveriam seguir esse caminho. Raramente as pessoas aprendem muito sobre o que elas não têm domínio, a menos que a tecnologia tenha sido conscientemente projetada como ferramenta de aprendizagem.

Entretanto, é importante mencionar que as pessoas devem ter um tutorial sobre o uso do ambiente virtual de aprendizagem ou elas irão encontrar outra barreira a ser vencida. Nem todas as pessoas irão atingir o objetivo traçado. Por isso, é fundamental que exista um treinamento prévio sobre o uso da tecnologia que envolve o ambiente virtual de aprendizagem (AVA). A sugestão que se faz aqui é que esse treinamento seja implementado também por meio do uso de mídias digitais. Assim, na rotatividade de pessoal dentro das empresas não impedirá de novos colaboradores terem acesso aos três tipos de conhecimento. Dessa forma, os chamados de manutenção tendem a se reduzir e a rede tenderá a travar menos e a consistência do banco de dados se tornará mais confiável, pois o seu principal elementos estará apto a sua operacionalização: o usuário.

Fonte: http://www.administradores.com.br

Juízes das Varas Criminais recebem treinamento para operar sistema virtual

Os juízes das Varas Criminais da Comarca de Fortaleza iniciaram, na manhã desta segunda-feira (31/01), curso de capacitação para uso do Sistema de Automação da Justiça (SAJ), programa de gestão de processos digitais adotado pelo Poder Judiciário do Ceará. Atualmente, os processos físicos em tramitação nessas unidades estão sendo digitalizados.

Neste primeiro dia, os magistrados conheceram comandos de gerenciamento processual, como a criação de fluxos de trabalho. O treinamento acontece no Fórum Clóvis Beviláqua até a próxima sexta-feira (04/02).

“Nós, juízes, vamos ter um melhor controle sobre a tramitação processual. São muitas informações (no sistema novo), mas a tendência é que, com o treinamento e a prática, a tramitação melhore”, disse a juíza Cristiane Maria Martins Pinto de Farias, da 10ª Vara Criminal, a respeito do SAJ.

O titular da 16ª Vara Criminal, juiz José Lima de Oliveira, comentou os avanços na prática judicial com a inovação. “Há quase 30 anos, eu iniciava na magistratura e jamais poderia imaginar que um dia conseguiríamos evoluir a este ponto. É um treinamento valioso e, na medida em que nos familiarizarmos, sentiremos grande diferença na tramitação dos processos”, declarou.

De 24 a 28 de janeiro, foi realizada capacitação com servidores e diretores de secretaria. Para Gustavo Pereira, assessor da Secretaria de Tecnologia da Informação do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE), os cursos auxiliam na adaptação para a mudança cultural, de paradigmas e de mentalidade que a virtualização acarreta.

“A capacitação tem que ser um trabalho constante. Por isso, também realizamos outros cursos de reforço e acompanhamentos nas unidades judiciarias”, ressaltou.

Fonte: http://www.direitoce.com.br

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