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Serviço de Treinamento do TJ/Ce oferta quatro novos cursos no mês de março

O Serviço de Treinamento da Secretaria de Gestão de Pessoas do Tribunal de Justiça do Ceará (TJ/Ce) divulgou quatro novos cursos de qualificação destinados aos servidores.

Na programação para o mês de março, serão ofertados “Resiliência emocional na conciliação” (dias 8, 9, 13 e 15), das 9h ao meio-dia; “Interpretação e Produção textual” (dias 12, 14, 15 e 16), das 09:00h às 11h:00; “Direito Tributário” (de 20 e 30), das 09h:00 às 11h:00 e “Comunicação eficaz” (de 27 de março a 2 de abril), das 14h:00 às 16h:00.

“O TJ/Ce sabe da importância da reciclagem e capacitação dos servidores, por isso a ideia é oferecer todos os meses uma série de cursos voltados para a melhoria dos serviços, de modo que o conhecimento adquirido possa ser utilizado no dia a dia”, disse a chefe de Treinamento, Jaqueline Lima.

Desde o início do ano já foram ofertados 20 cursos com total de 361 horas-aula, incluindo três turmas de administração jurídica na modalidade Ensino à Distância (EAD).

Facilitadores

Resiliência Emocional na Conciliação
Maria Lúcia Pinheiro Garcia da Silva é psicóloga, mestre em Saúde Pública e especialista em Neuropsicologia.

Possui cursos em Psicoterapia breve, Arte-terapia e Gestalt-terapia. Analista judiciário, lotada no Núcleo de Apoio à Jurisdição.

Experiência na área comunitária, hospitalar, organizacional, saúde e jurídica.

Interpretação e Produção Textual

Feliza de Sousa Ferreira, especialista em administração judiciária pela Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA) e graduada em Letras com licenciatura plena em Língua Portuguesa/Literatura pela Universidade Estadual do Ceará (Uece).

Técnica Judiciária, lotada na Secretaria da 8ª Câmara Cível.

Direito Tributário

Osvaldo José Rebouças é advogado, doutorando em Direito Público pela Universidad Del Museo Social Argentino (UMSA) e pós-graduado em Direito Tributário pela Universidade de Fortaleza (Unifor).

Auditor fiscal da Receita Estadual e professor das disciplinas Direito Tributário, Legislação Tributária Estadual e Municipal e Processo Administrativo Tributário. Professor dos cursos de pós-graduação da UFC, Unifor, Uece, Christus e FA-7.

Assessor técnico, lotado na Secretaria de Gestão de Pessoas.

Comunicação Eficaz
Rômulo Frota da Justa Coelho é psicólogo, mestre em psicologia pela Universidade Federal do Ceará (UFC).

Consultor e coach em qualidade de vida pelo Método DeRose, com certificado de extensão expedido pela Universidade de Brasília (UnB).

Professor de pós-graduação em Psicologia e Psicopedagogia na Faculdade INTA de Sobral. Professor de pós-graduação em Gestão de Recursos Humanos e Empreendedorismo na Faculdade Vale do Jaguaribe (FVJ).

Analista judiciário lotado na Coordenadoria da Infância e da Juventude.

Fonte: http://www.direitoce.com.br

Estado usa EAD para capacitação

O Goverdo da Bahia vai usar EAD (Ensino à Distância) para fazer a capacitação de seus servidores e tornar os conteúdos acessíveis, aproveitando a experiência existente na construção de estruturas curriculares para a educação corporativa do serviço público.

Esses são pilares básicos da Educação a Distância (EAD), segundo o professor Roberto Bohlen Seleme que, na quinta-feira (14), realizou palestra de abertura do seminário baiano sobre EAD na Educação Corporativa.

 O evento, ligado à Universidade Corporativa do Serviço Público (UCS), reuniu durante todo o dia cerca de 200 gestores e colaboradores diretamente ligados à capacitação de outros servidores públicos.

 Órgãos estaduais que já desenvolvem programas de EAD, como a Secretaria da Fazenda (Sefaz), Instituto Anísio Teixeira (IAT), que atua na capacitação continuada dos professores, e a Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa), também participaram do seminário.

 Roberto Seleme falou sobre ‘A implantação de Universidades Corporativas em Ambientes Virtuais’ e apresentou números e índices convincentes na defesa da expansão do ensino a distância.

 Na mesa de abertura, o superintendente de Recursos Humanos da Saeb, Adriano Tambone, destacou a necessidade de levar capacitação a todos os servidores públicos nas diferentes regiões.

 “Nosso desafio é aprimorar a prestação dos serviços públicos em todas as unidades públicas. Esta modalidade de disseminação do conhecimento vem para colaborar neste processo, nos ajudando a fazer cada vez mais um serviço público de qualidade”.

Fonte: www2.uol.com.br

Congresso começa com minicursos e defesa da EAD

O 16º Congresso Internacional de Educação a Distância teve início na manhã desta terça-feira, 31 de agosto, em Foz do Iguaçu, com a realização de minicursos. Presidente do Ipae (Instituto de Pesquisas Avançadas em Educação), João Roberto Moreira Alves falou sobre ‘Aspectos Gerenciais e Legais dos Programas EAD’. Em sua palestra, o professor apresentou números e destacou a dificuldade de se regulamentar a modalidade nos estados brasileiros. “Temos, hoje, 216 instituições superiores credenciadas para oferta de cursos a distância de graduação e pós, 6.900 polos de apoio presencial e apenas 200 escolas básicas credenciadas para a EAD. Isso, em grande parte, pelo fato de haver desconhecimento do que ela seja e das suas potencialidades. A avaliação desses processos é feita por meio do recorte confuso de várias legislações e, geralmente, por pessoas não simpatizantes das tecnologias aplicadas à educação. Por isso, a maioria deles fica travada nos Conselhos Estaduais de Educação”, afirmou.

Para o educador, a EAD ainda é vista, nestes órgãos, quase sempre de forma desacreditada. Por isso, defende ele, é preciso mostrar pareceres favoráveis e fazer visitas para apresentar os recursos da modalidade. João Roberto usou de ironia ao apontar o segmento da EAD que mais cresce no país. “São os cursos livres e, sobretudo, as chamadas universidades corporativas, por iniciativas de empresas. São, justamente, os setores que não dependem de autorização e nem estão sob a fiscalização do Ministério da Educação. E eles vão muito bem… O MEC, na prática, funciona como uma espécie de guarda de trânsito que, no lugar de ajudar, acaba complicando o engarrafamento. É como a gente vê nas ruas. Basta tirar o guarda dali, que o congestionamento logo se desfaz, e tudo volta a fluir”, brincou o professor.

Com a palestra ‘Material Didático e Direitos Autorais’, a professora Sabrina Cairo começou por desfazer alguns equívocos que rondam a EAD desde seu início. “Sempre disseram que a educação a distância colocaria fim aos livros didáticos impressos. Mas, veja só que ironia, ela os resgatou em sua forma e importância, e revalidou antigas práticas pedagógicas e didáticas que estavam esquecidas. Como, por exemplo, a definição do objetivo de aprendizagem, isto é, o que se espera do aluno naquela aula ou naquele determinado módulo do curso. Os professores e tutores retomaram este hábito, em boa parte, graças à prática da EAD, onde é necessário orientar, dar norte ao estudante, e acompanhá-lo de perto. Ela, de fato, veio dar nova vida aos livros didáticos, quem devem, sim, ser bem cuidados, diagramados, revisados e apresentar seus conteúdos de forma dinâmica e atrativa, aliando a teoria a exemplos, sempre que possível”, resumiu.

Por vezes, explicou Sabrina, os livros didáticos produzidos especialmente para a EAD trazem os objetivos pedagógicos de cada módulo em forma de ilustração. “É bom, pra que o aluno saiba onde está, para qual direção será seu próximo passo, o que tem que fazer, e aonde vai chegar. Quando apresentado de forma lúdica, num esquema gráfico, esse objetivo fica não apenas mais claro e compreensível, mas também esse caminho proposto mais fácil de ser revisitado ou até percorrido novamente. Caso seja necessário, o aluno pode trilhar a rota de volta. E, ao apresentar, de forma clara, os objetivos de aprendizagem para os alunos, o livro e o professor escapam daquele risco clássico, no qual os alunos leem o texto simplesmente por ler, sem motivação alguma, pois não sabem por qual razão e com qual objetivo estão fazendo aquilo.”

Com o tema ‘Implantando uma Universidade Corporativa de Sucesso’, Marcos Resende Vieira apresentou o caso da Semp Toshiba. “Geralmente, nas grandes empresas, a EAD entra pela porta da Gestão de Recursos Humanos. Neste caso, foi diferente. A Semp optou por investir, inicialmente, nas autorizadas. Com o recente boom de vendas de aparelhos de tv, houve também crescimento na demanda por conserto. Descobriu-se, então, que havia falta de profissionais qualificados nestas lojas de assistência. E que o setor de atendimento aos clientes da marca estava perto de um colapso. A Semp investiu nesta modalidade e, em apenas três semanas, capacitou 500 técnicos, com absoluto sucesso”, contou.

Por fim, Josep Maria Duart, da UOC (Univerdidad Oberta de Catalunya), na Espanha, falou sobre ‘Como Avaliar a Qualidade nos Programas de Formação Universitária Online?’, numa das salas do Mabu Resort, onde está sendo realizado o 16º Ciaed. “O mito de que avaliação na EAD é frágil caiu por terra. As pessoas já entenderam que, no modelo a distância, têm muito mais informações sobre o aluno do que nos cursos presenciais. Quanto tempo ele está conectado ao ambiente de estudo, quantas mensagem enviou, quantas vezes interagiu… Todos esses dados, qualquer sistema de EAD, hoje, é capaz de me fornecer. Ali, todas as ações do estudante ficam registradas”, explicou ele, que concluiu. “É preciso rever os conceitos de medir a qualidade da formação. Antigamente, pesavam muito as provas, as notas, os conceitos formais. Atualmente, e me parece, cada vez mais, a medida do sucesso da formação é mesmo o mercado. É a capacidade de o aluno estar nele inserido e, a partir disso, aplicar seus conhecimentos na prática”. A abertura oficial do 16º Ciaed acontece na noite desta terça.

Fonte: http://ead.folhadirigida.com.br

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