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Turismo: taxistas de Aracaju recebem treinamento

Treinamento foi sobre os roteiros turísticos do Estado
 Taxistas receberam treinamento (Foto: Ascom Setur)

Os taxistas que estão sendo capacitados pelo projeto do governo de Sergipe, através da Secretaria de Turismo (Setur) e Empresa Sergipana de Turismo (Emsetur) recebeu um treinamento especial sobre os roteiros turísticos do Estado.

A aula aconteceu no auditório do Sest/Senat e a iniciativa da Setur tem como objetivo proporcionar melhores condições de trabalho para os taxistas e ampliar os conhecimentos acerca dos procedimentos necessários para a melhoria na prestação de serviços de táxis. A capacitação também tem a parceria da Superintendência de Transporte e Trânsito (SMTT), Sindicato dos Taxistas de Sergipe (Sintax) e Cooperativa Mista de Táxi do Aeroporto de Aracaju (Comtaju).

A palestra teve um enfoque turístico, já que o primeiro contato dos visitantes são os taxista e a ideia é que eles estejam aptos a passarem todo tipo de informação quanto aos roteiros do estados. “A palestra facilita na hora em que o taxista precisa passar as informações para o turista, mostramos alguns destinos como Aracaju, Litoral Sul, Litoral Norte, Rota do Sertão e as cidades históricas. É importante que eles tenham essas informações, pois o taxista faz parte do elo da cadeia receptiva e muitas vezes ele é a primeira pessoa de contato com o turista”, disse o técnico da Emsetur, Hugo Julião.

Os taxistas que receberam o treinamento ficaram satisfeitos com o conteúdo turístico. “A palestra foi muito interessante, pois através dela podemos obter um maior conhecimento sobre roteiros turísticos e diferenciais no circuito turístico aqui do nosso estado. Tenho dificuldades para mostrar a cidade para as pessoas que vem de fora, saber exatamente os detalhes de cada lugar será um facilitador para nós”, disse David de Jesus.

Fonte: http://www.infonet.com.br

Tutores de Educação Fiscal recebem treinamento

No curso de Disseminadores da Educação Fiscal, não são só os alunos que aprimoram seus conhecimentos. Agora, quem está no papel de estudante são os 33 tutores da iniciativa, que estão sendo capacitados sobre processos tecnológicos e administrativos. O treinamento, que segue até a próxima segunda-feira (14), é voltado especialmente para a utilização da plataforma moodle.

O objetivo é explicar o funcionamento e os recursos disponibilizados pela nova ferramenta, onde serão realizadas as aulas à distância e as avaliações. Adotado pela primeira vez pela Escola Superior de Administração Fazendária (Esaf) – responsável pelo gerenciamento do curso – o sistema será usado por todos os estados brasileiros.

Ao contrário do resto do país, entretanto, em Alagoas a atividade está sendo comandada por duas disseminadoras locais, Gercineide dos Santos e Uverlândia da Silvia. “Isso representa uma economia de dinheiro público, pois teríamos que arcar com os custos de passagem e hospedagem dos representantes da Esaf que dariam a capacitação”, diz a coordenadora do Disseminadores, Silvia Jane de Medeiros.

Além do conhecimento sobre a plataforma, o momento também está sendo aproveitado para explorar um pouco mais o papel desempenhado pela tutoria. “Eles estão vendo a função, as obrigações, como devem agir com os alunos, como será feito esse contato e outros tópicos do tipo”, completa Silvia, que está responsável pela parte teórica.

Segundo ela, essa é a primeira vez que o Estado terá 30 turmas simultâneas – geralmente o número não costuma passar de 20. Em cada uma, serão de 15 a 30 estudantes, dependendo da experiência do tutor. Devido à grande quantidade, a nova edição do Disseminadores da Educação Fiscal vai contar com mais 18 tutores, todos formados no curso em 2009 e 2010.

A coordenadora ressalta que, com a próxima formação, deve ser alcançada uma das metas estipuladas para o ano de 2011. “Um dos nossos desejos é ter disseminadores em todas as cidades alagoanas e, agora, tivemos inscrições de diversas localidades. Até pessoas de Branquinha, devastada pelas enchentes, se inscreveram para participar”, expõe ela.

Até agora, o curso está presente em 77 dos 102 municípios alagoanos, tendo cerca de 1.700 cidadãos capacitados para atuar nas escolas e junto à sociedade. O objetivo da iniciativa é formar agentes multiplicadores acerca do papel dos impostos e da importância do controle social sobre a administração pública, criando condições para uma relação harmoniosa com o estado. As aulas são gratuitas.

Próxima edição – Com inscrições encerradas na última quinta-feira, a próxima edição do Disseminadores da Educação Fiscal acontece de 21 de março de 18 de junho. Todo o conteúdo será lecionado por meio de fóruns e chats na internet. Certificada pela Esaf, ligada ao Ministério da Fazenda, a capacitação tem carga horária de 160 horas.

Fonte: http://www.aquiacontece.com.br

Falta de profissionais pode paralizar setor de aviação

Deficit de mecânicos e equipe de pista gira em torno dos 22% no Brasil


A crise no setor aéreo  já ultrapassou as portas das salas de embarque e desembarque e as pistas dos aeroportos e heliportos. Está aceso o sinal de alerta entre os empresários do setor para a necessidade de um grande número de profissionais capacitados para os próximos anos, sobretudo em funções com maior grau de exigência técnica, como os engenheiros de manutenção e os pilotos.

Segundo sondagem do Sindicato Nacional dos Aeroviários, o deficit de mecânicos e equipe de pista para as vagas disponíveis gira em torno dos 22% no Brasil. Entre os pilotos, ainda há alguns trabalhadores disponíveis no mercado, principalmente em função do fim das empresas Transbrasil, Vasp e Varig e dos problemas registrados em fundos de pensão, que obrigaram profissionais aposentados a retomarem às atividades.

O vice-presidente técnico operacional da companhia aérea Azul, Miguel Dau, relata que a empresa ainda não enfrenta dificuldades graves para convocar profissionais como piloto e copiloto, mas entende que é uma questão de tempo para que isso ocorra. “A oferta já não vem no ritmo tranquilo que teve há três anos. Com o crescimento do setor – só nós projetamos quase dobrar em 2011 – o ritmo de demanda aumenta muito mais rápido que a oferta”.

A própria empresa, de olho no futuro, está trabalhando para evitar um possível “apagão” de mão de obra. Prova disso é um convênio assinado com a PUC-RS (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul) através da Faculdade de Ciências Aeronáuticas para assegurar aos pilotos formados na universidade a prioridade no processo de seleção da empresa. Dessa forma, os alunos diplomados pela instituição entram direto na segunda fase do processo seletivo de pilotos, sem passar por análise de currículo. Com a parceria, a Azul espera preencher parte das 150 vagas para copiloto que deve abrir por ano até 2015.

E não é só. Atenta à necessidade de capacitar trabalhadores de outras áreas de atuação, a empresa pensa em se antecipar às dificuldades. “Planejamos desenvolver nossa própria universidade corporativa, em um futuro não muito distante, inclusive para atender terceiros. Sabemos que toda a cadeia do setor, desde atendimento até a manutenção, precisa de mais profissionais capacitados”, enfatiza Dau.

A sombra da falta de profissionais não atinge só o segmento de aviação comercial. As empresas de táxi aéreo enfrentam alta rotatividade dos profissionais – que em função do aquecimento do mercado elevam suas pedidas salariais e têm facilidade de ocupar diversas oportunidades, no próprio segmento de táxi aéreo, na aviação comercial e nos serviços de exploração de petróleo.

O comandante e proprietário da empresa Helimarte Táxi Aéreo, Jorge Bitar Neto, explica como o setor chegou ao atual estágio. “Com o aumento do consumo, cresceu também a procura por voos, estimulando o rápido crescimento do setor. Desta forma, começou o problema da mão de obra, sobretudo porque o custo para formar um piloto é altíssimo, acarretando em poucos profissionais ingressando no mercado. Ainda temos de lembrar que não é permitida a atuação de pilotos estrangeiros aqui”, lamenta o executivo, que viu o índice de rotatividade entre os pilotos de sua empresa chegar a quase 50% em 2010.

Os interessados em explorar esse mercado precisam pagar as horas de voo – que custam entre R$ 50 mil e R$ 70 mil o pacote para 200 horas, além da parte teórica. Para o empresário, urge a necessidade de que o governo incentive a formação de mais profissionais, tanto para atender a crescente necessidade do mercado, quanto para proporcionar competitividade ao segmento. “No passado, o governo incentivava os aeroclubes, proporcionava subsídios em combustíveis. É necessário retomar esse processo, quem sabe criar linhas de financiamento para as horas de voo, proporcionar bolsas de estudos em cursos de graduação”, propõe. Conselho de quem já aplica as práticas. “Nós mantemos sempre dois pilotos em treinamento na empresa, inclusive com incentivos, para que possamos estar sempre preparados”, conta.

Fonte: http://jornale.com.br

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