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Nascidas na década de 1970, nos Estados Unidos, as universidades corporativas (UCs) desembarcaram no Brasil por volta dos anos 90. De acordo com a professora Marisa Eboli, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da Universidade de São Paulo (USP), o avanço do ensino corporativo se deve à necessidade de atualização permanente dos funcionários e o aprimoramento do ensino que é oferecido aos futuros profissionais. “A velocidade da informação e das descobertas em todas as áreas do conhecimento é tão acelerada que o sistema de ensino formal não dá conta das novidades”, explica.

E na saúde isto não é diferente. O Hospital Israelita Albert Einstein criou os cursos de especialização lato sensu com foco nas áreas em que possui expertise. “São mais de 35 disciplinas reconhecidas pelo MEC e ministradas em uma entidade com acreditação internacional. A média por ano é de 1200 formandos só nos cursos reconhecidos pelo Ministério da Educação. Em algumas especialidades conseguimos aproveitar 80% dos alunos”, afirma Felipe Spinelli, diretor de ensino do Instituto.

Para colaborar com a formação dos futuros profissionais, o Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa (IEP) aprimora a qualificação dos estudantes dos últimos anos do curso de medicina. A capacitação se dá por aulas presenciais e por vídeo-conferência com 180 horas de carga horária. Ao todo são discutidos 90 temas, além do intercâmbio de experiências nacionais e internacionais, e orientações para um novo modelo do profissional do século XXI.

O laboratório Fleury, de São Paulo, acredita que investir na capacitação dos colaboradores é um dos grandes diferenciais na gestão de pessoas. Por isso, investe desde 1993 no desenvolvimento de seus colaboradores, clientes e fornecedores. Um dos recentes investimentos foi a inauguração das novas instalações da universidade corporativa, com capacidade para atender 300 alunos simultaneamente. “No ano passado, 60% dos nossos funcionários fizeram de um a quatro treinamentos. O curso de sustentabilidade, por exemplo, contou com a adesão de 20%”, informa o diretor executivo de pessoas, José Marcelo de Oliveira.

Oliveira conta que o crescimento levou a universidade corporativa do Grupo Fleury a implantar um programa de orientadores e multiplicadores para ampliar as atividades educacionais em todas as praças, constituído hoje por 10 eixos alicerçados em três escolas: funcional, de negócios e de desenvolvimento pessoal. Até 2014 serão 440 temas de capacitação.

Seguindo esta tendência, a Universidade Anhembi Morumbi acaba de firmar uma parceria com o Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, tornando-o um Hospital Escola. A proposta inicial é que cerca de 60 graduandos, a partir do quarto ano, atuem na Instituição. Até 2013, a expectativa é que sejam 200 alunos.

Fonte: http://www.hospitalar.com

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