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Há cerca de 20 dias foi iniciado o projeto que treina médicos das emergências de hospitais da rede privado da cidade do Rio de Janeiro e entorno para que eles consigam realizar o diagnóstico de dengue.
O Rio de Janeiro é hoje o campeão mundial em casos de letalidade por dengue (3% dos casos). A média nacional é de 2% e a OMS (Organização Mundial de Saúde) aceita que esse percentual chegue a 1%. Para os próximos meses é esperado um aumento do número de casos, segundo as autoridades sanitárias e de saúde do Estado. Em 2011, foram diagnosticados 168 mil casos da doença no Rio de Janeiro.
De acordo com José Cechin, diretor executivo da Fenasaúde, já participaram da ação cerca de 400 profissionais de saúde. “Contribuímos com o financiamento destas operações”, esclarece.
Na outra ponta, é realizado um monitoramento dos pacientes que passaram por atendimento e diagnóstico nestas unidades de saúde suplementar. Diariamente, são recolhidas e digitalizadas as fichas dos pacientes. Numa central, todos os pacientes são contactados para lembrá-los da data do retorno ao médico, que é muito importante nos casos de dengue. “O paciente se sente melhor e acha que não precisa fazer o retorno. Entretanto, quando os sintomas voltam, o caso já é de internação”, explica Cechin.
Os pacientes recebem SMS informando a data e o horário de retorno ao médico.
“A dengue tem manifestações clínicas complexas, mas seu tratamento é simples, barato e eficaz. Por isso, é tão importante identificá-la logo aos primeiros sintomas e seguir rigorosamente a prescrição do médico. Caso contrário, a doença pode evoluir com rapidez para formas graves e conduzir a óbito”, explica José Cechin, diretor executivo da FenaSaúde, ressaltando a importância destas duas ações.[2]
O Movimento Junta Rio pela Saúde, vinculado ao Conselho Empresarial de Medicina e Saúde da Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ) e de entidades do setor privado de saúde. Trata-se de uma mobilização para contribuir com o esforço que as autoridades públicas do Rio de Janeiro vêm fazendo para enfrentar o verão e a possibilidade de a cidade viver a pior epidemia de doença dos últimos anos.

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