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O treinamento levará aos gestores de 12 cidades dos Tabuleiros do Alto Parnaíba.

Para reorganizar os trabalhos de cadastro das mulheres que são atendidas pela rede pública, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi), através da Coordenação de Saúde da Mulher, realiza nos próximos dias 4 e 5 deste mês mais uma etapa do treinamento do Sistema DataSUS. O evento ocorrerá no prédio do DataSUS, na Rua Treze de Maio, no Centro de Teresina, a partir das 8 horas e segue durante todo o dia.

O treinamento levará aos gestores de 12 cidades dos Tabuleiros do Alto Parnaíba, os três principais sistemas de informação sobre a saúde da mulher. Durante os dois dias, técnicos da Sesapi passarão para os gestores municipais todos os passos do Sisprenatal, Sismama e Siscolo.

De acordo com a coordenadora de Saúde da Mulher, Alzenir Moura Fé, o objetivo do treinamento é oferecer uma melhor condição aos municípios de repassarem à Sesapi dados atualizados sobre diagnósticos desses três programas. “Estas informações são importantíssimas para o Governo Federal controlar os indicadores de saúde, por isso precisamos que os municípios se interessem em produzir de forma correta estes relatórios”, enfatiza.

Cerca de 50 gestores estarão aprendendo a aperfeiçoar os dados dos relatórios que envolvam informações sobre o pré-natal, sobre o câncer de mama e o câncer do colo do útero. Atualmente, os três programas são monitorados pelo Ministério da Saúde, através do DataSUS, e serve para as autoridades locais e nacionais de Saúde mapearem as informações necessárias e posteriormente repassar os financiamentos necessários a cada município da Federação. Os três programas servem ainda para os gestores terem uma ideia de como e quantas mulheres estão sendo realmente atendidas.

Para se ter uma ideia do acompanhamento de cada cidade, enquanto no período de 2008 a 2010 Teresina cadastrou 4.129 mulheres no Sistema de Informações do Câncer do Colo do útero, Acauã, registrou apenas 36. Mas o sistema exige mais informações e não apenas o número de mulheres cadastradas, por isso se faz necessária a exigência do Ministério da Saúde para que o gestor preencha todo o diagnóstico, que vai desde informações sobre endereço, até abandono de tratamento e óbito.

O técnico operacional da Sesapi, Marcos de Sousa, será um dos palestrantes e afirma que mesmo com alguns municípios fora desses sistemas, o Piauí ainda é um dos estados do Brasil que melhor mantém estas informações junto ao Governo Federal. “Realmente é um trabalho minucioso já que estes relatórios obrigam ao município ter que repassar todas as informações necessárias sobre a saúde da gestante e das mulheres que buscam a rede pública, mas em recente encontro Nacional no Rio de Janeiro, fomos elogiados já que nos últimos treinamentos percebemos que muitos profissionais estão melhorando as informações e isso vem facilitando trabalho da Sesapi e do próprio município na hora de receber as verbas do Governo Federal”, destaca.

Cidades do Piauí que se destacam no envio dos relatórios

De acordo com Marcos de Sousa, as cidades que mais se destacam no envio destes relatórios são: Piripiri, Campo Maior, Picos e Oeiras. O técnico operacional acredita que com estes treinamentos, os gestores possam estar se aperfeiçoando na hora de repassar e monitorar todas estas informações. “A ideia é fazer com que os servidores se adaptem ao sistema que antes era manuseado somente pelos técnicos de informática, fazendo com que não tivessem controle do cadastro de forma organizada, por isso iremos repassar as regras dos programas de forma bem simples para enfermeiros e técnicos de enfermagem também operacionalizar o sistema”, frisa.

Participam do curso técnicos de informática, coordenadores de Saúde da Atenção Básica e gerentes dos Núcleos dos municípios. A partir dessa capacitação, os servidores terão mais conhecimento de como trabalhar com o sistema, trazendo informações como quantitativo de exames, número de consultas de pré-natal e puerpério e os óbitos. Conforme explicou a coordenadora da Saúde da Mulher, Alzenir Moura Fé, o fato de ter uma rotatividade de profissionais nos municípios, surgiu a necessidade de reorganizar o sistema.

“O nosso principal objetivo é oferecer um serviço de qualidade para as mães, para as mulheres e as gestantes, o que certamente vai dinamizar os trabalhos de cada funcionário da unidade de saúde”, disse, ao enfatizar que há também nesses treinamentos o propósito de formar multiplicadores. O curso segue as normas exigidas pelo Ministério da Saúde (MS) em todos os Estados do Brasil.

Fonte:http://180graus.com

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