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Por Patrícia Bispo para o RH.com.br

Os desafios do dia a dia organizacional são constantes e trazem com eles a necessidade das organizações formarem equipes capacitadas tanto para lidar com situações rotineiras quanto em relação a momentos inusitados que pedem dos profissionais não apenas o domínio de competências técnicas, mas também uma bagagem de comportamental que os permita encontrar as melhores alternativas diante do inesperado. Isso tem levado várias organizações a investirem, cada vez mais, nas chamadas Universidades Corporativas.

Para se ter uma ideia da influência que desses fortes espaços de desenvolvimento organizacional, a “Pesquisa Nacional – Práticas e Resultados da Educação Corporativa 2009”, realizada por estudiosos ligados ao Programa de Pós-Graduação em Administração da FEA/USP, revelou que os últimos dez marcam muito mais a consolidação do conceito e das práticas da Educação Corporativa – ou Universidade Corporativa – no país do que ocorreram, propriamente, mudanças.

Nesse processo, observou-se o amadurecimento e a evolução das experiências. Por outro lado, o que se consolidou na concepção de Educação Corporativa foi sua vinculação à estratégica. Coordenada pela Profª. Drª Marisa Eboli, o estudo apontou também que os programas com focos educacionais possuem como principal critério as demandas de Unidades Estratégicas de Negócio (UENs) e o preenchimento de gaps. Já as práticas de Educação à Distância (EaD) ainda possuem um grande potencial de crescimento.

Uma organização que acreditou no aprendizado contínuo dos seus profissionais, a fim de prepará-los para enfrentar a qualquer momento de desafio, foi a Radix – uma empresa de engenharia e softwares, com sede em no Rio de Janeiro e escritórios nas cidades de Belo Horizonte/MG e Salvador/BA. Vale ressaltar que assim que chegou ao mercado em 2010, a Radix teve logo a preocupação em estruturar a sua UC. De acordo com Rebecca Ratto, gerente de Comunicação & Marketing da Radix, a companhia tomou essa iniciativa porque desejava ter uma equipe preparada para superar qualquer obstáculo que surgisse frente.

“Com a Universidade Radix mantemos nossos funcionários em constante treinamento e reciclagem, mantendo-os mais motivados e preparados para possíveis desafios”, enfatiza. Ela diz, ainda, que o principal objetivo da Universidade Radix é oferecer treinamento e desenvolvimento continuado para os funcionários, seja com foco nas necessidades específicas de projetos, seja para atuarem em novas áreas ou funções, adquirindo maior flexibilidade e conhecimento em diferentes projetos.

A coordenação da Universidade Radix cabe a um dos sócios diretores com suporte da Vanessa Tenório, do Sistema de Gestão Integrada. Os cursos e os treinamentos podem ser promovidos pelos próprios funcionários que detêm um conhecimento em um assunto específico, profissionais contratados, consultores ou, ainda, especialistas de empresas parceiras.

O público-alvo inclui todos os colaboradores da organização, também conhecidos como “radixianos”. No entanto, para serem beneficiados pelos treinamentos realizados pela universidade, os funcionários devem apresentar um bom desempenho, ter interesse pelo curso ou precisar especializar-se no assunto para desenvolver uma atividade, função, ou projeto da empresa.

Quando questionada sobre as principais atividades oferecidas pela Universidade Radix, a gerente de Comunicação e Marketing comenta que o conteúdo oferecido é muito rico. “Temos treinamentos internos, treinamentos do sistema de gestão integrada, cursos em sistemas de gestão, apoio a cursos técnicos, de MBA, graduação, pós-graduação, mestrado, formação de brigada de incêndio, primeiros socorros e evacuação, participação em congressos, apresentações de trabalhos em congressos e eventos científicos. Atualmente, avaliamos a possibilidade de começarmos a oferecer e apoiar cursos de línguas”, diz, ao enfatizar que a receptividade dos radixianos tem sido positiva, uma vez que eles se mostram muito interessados em participar e até mesmo em ministrar cursos na Universidade Radix.

Implantação da UC – Segundo Rebecca Ratto, como a cultura do desenvolvimento continuado sempre foi uma política dos gestores da Radix, era natural que logo que a empresa começasse a operar, também fossem iniciadas as atividades de uma universidade coorporativa. Para isso, a direção da companhia analisou as necessidades prioritárias, avaliou a alocação das equipes, definiu ps parceiros estratégicos e, em seguida, começaram os treinamentos. Com um pouco mais de um ano de universidade em funcionamento, a coordenação da UC começou a estruturar de maneira mais formal os critérios para participação nos cursos e treinamentos. Todo esse conjunto de ações, facilitou para o êxito do processo e evitou que possíveis imprevistos surgissem no decorrer da implementação da Universidade Radix.

Ao ser questionada sobre o significado das Universidades Corporativas para as organizações, a gerente de Comunicação & Marketing da Radiz assinala que as UC são extremamente importantes em panorama competitivo, porque mantêm os funcionários da empresas atualizados sobre novas tecnologias, as formas de raciocínio e as tendências do mercado. “As empresas que não trabalham com universidades corporativas ficam para trás, deixando o treinamento por conta dos funcionários, ao invés de estimulá-los e promover cursos que também trarão retorno para elas”, conlui.

Fonte: http://www.rh.com.br

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