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08/10/10 – Uma iniciativa aparentemente simples, mas complexa em seu bojo, deve trazer um profundo impacto no futuro da cadeia produtiva do setor sucroenergético. Trata-se da iniciativa da criação da Universidade Corporativa cujo projeto, encomendado ao INEPAD – Instituto de Ensino e Pesquisa em Administração e coordenado pelo competente professor Alberto Borges Matias, da FEA-RP/USP.

O INEPAD, formado por 215 professores doutores, tem em sua carteira de cliente, dentre outros, o Banco do Brasil, Bradesco, Braskem e até mesmo o Ministério da Justiça. É uma instituição que, com larga e reconhecida experiência, passa a colocar também seus profissionais e técnicos a serviço da cadeia produtiva sucroenergética.

O prof. Alberto Borges Matias traz em seu currículo a implantação da FEA-RP/USP, que num prazo relativamente curto, foi transformado no melhor conjunto de faculdades de economia, administração de empresas e ciências contábeis do país, segundo os `provões´ do Ministério da Educação e Cultura.

Trata-se de um fantástico celeiro de formação de profissionais e que reúne alguns dos melhores docentes do país com reconhecida e respeitada reputação também no exterior. Uma das características da FEA-RP/USP é a sua proximidade com os mercados, notadamente o que forma a cadeia produtiva da cana-de-açúcar.

Com efeito, este projeto que deve ser apresentado nas próximas semanas às lideranças do setor e também às autoridades, tem todas as condições de se constituir em alavanca para que se inicie, de fato e de direito, a discussão do futuro do setor pois certamente ele se constituirá também num centro de inteligência.

Segundo Adézio Marques, presidente do CeiseBr – Centro Nacional das Indústrias do Setor Sucroalcooleiro e Energético, a proposta da Universidade Corporativa inclui a participação da UNICA – União da Indústria da Cana-de-Açúcar, do Fórum Nacional do Setor Sucroenergético e também a ORPLANA – Organização dos Plantadores de Cana da Região Centro Sul e dos sindicatos dos trabalhadores das dezenas de categorias que atuam no setor.

Não é coisa pequena não, ao contrário. Mas é um projeto consistente criado pela necessidade de se agregar valor notadamente com o surgimento dos novos biocombustíveis (diesel renovável e combustível de aviação a partir da cana-de-açúcar) e da alcoolquímica, que ressurge com perspectivas extraordinárias e com `players´ de peso e respeito consideráveis (Braskem aqui no Brasil e agora também a Toyota no Japão).

Ronaldo Knack, jornalista e bacharel em administração de empresas e direito, e diretor e editor do BrasilAgro
Fonte:
http://www.udop.com.br

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