Facilitador e Instrutor. Palestrante, se preciso for…

Arquivo para março, 2010

Scotwork Brasil ministra treinamento para aprimorar as habilidades de negociação

Curso prático com metodologia baseada em oito fases simula situações reais para profissionais desenvolverem técnicas que serão aplicadas no dia a dia

A negociação é um processo de aprendizagem e, como todo processo, ele pode ser aperfeiçoado e estudado. Com base nesta teoria, a Scotwork Brasil, empresa de origem escocesa especializada em treinamento para o aprimoramento de técnicas de negociação, promove em São Paulo o curso Advanced Negotiating Skills. O curso ocorre entre 12 e 15 de abril.

Realizado em 28 horas e de forma intensiva, com turmas limitadas até no máximo 12 pessoas, o programa orienta como conseguir melhores resultados em uma negociação, economizando tempo na transação. Os resultados são comprovados com taxa de retorno de até 10 vezes o valor do investimento do curso.

O treinamento é totalmente voltado para perfis de executivos, empresários, sócios e profissionais em níveis gerenciais, além de contar com a orientação de profissionais certificados e qualificados sobre o momento ideal para se fechar um negócio e como melhorar o relacionamento para a geração de negociações rentáveis.

Com mais de 90 mil participantes e 10 mil empresas clientes, o modelo de treinamento aplicado pela Scotwork chama a atenção pelo seu formato intensivo e acumula 30 anos de atuação mundial. Apenas na América Latina, a unidade brasileira apresenta resultados comprovados em mais de 60 empresas, tais como, Alcoa, Itaú, BASF, Bradesco, Cisco, Citibank, CST-Arcelor, Nestlé, Rede Globo, Rolls Royce, SENAI, SESC e VISA, entre outras.

Advanced Negotiating Skills
Data: 12 a 15 de abril
Carga horária 28 horas: Segunda-feira das 19h30 às 22h

Terça e Quarta-feira das 8h20 às 19h30

Quinta-feira das 8h20 às 16h

Local: Centro de Treinamento SBPN.

Endereço: Rua Fernandes Borges, 120 – Jardim Paulista – São Paulo – SP

Inscrições através do telefone (11) 3528.4570

Informações: http://www.scotwork.com

Sobre a Scotwork

A Scotwork é uma empresa especializada em técnicas de negociação. Fundada em 1975, no Reino Unido, hoje conta com escritórios em aproximadamente 30 países e seu curso, o Negotiating Skills (focado no desenvolvimento das habilidades), é ministrado em 15 diferentes idiomas. Tal fato permite que a empresa possa oferecer um programa mundial diferenciado, com consultores treinados, comprometidos com o conteúdo disponibilizado e também com a cultura local. O curso está disponível no Brasil desde 2003 e é voltado para profissionais de cargos executivos, como gerentes e diretores. Internacionalmente, a Scotwork compete com os cursos de negociação ministrados por Harvard, Wharton, INSEAD e IMD, entre outros.

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Abapa instala Centro de Treinamento em Alimentação para atender o Oeste da Bahia

Publicado: 30/03/2010 07:43

Texto Catarina Guedes/Milena Brasil
Quem pensa nos agentes da cadeia produtiva da cotonicultura, muito dificilmente lembra deste elo: os cozinheiros das fazendas. Mas, a Associação Baiana dos Produtores de Algodão – Abapa, atendendo a uma demanda antiga e constante dos produtores do Oeste da Bahia, passou a investir na qualificação deste profissional que garante o “combustível” dos operadores de máquinas, safristas, agrônomos, maquinistas, classificadores, pilotos, dentre os muitos braços que movem uma unidade de produção. Na última sexta feira, 25 de março, a Abapa inaugurou em Barreiras o Centro de Treinamento em Alimentação, uma estrutura montada para promover a reciclagem de profissionais manipuladores de alimentos e capacitar novos profissionais nesta área. A meta da Abapa para o primeiro ano é capacitar 500 pessoas que já atuam nas fazendas e outras 100 iniciantes.
Construído com recursos do Fundo para o Desenvolvimento do Agronegócio do Algodão – Fundeagro, e em parceria com a empresa Agrosul Máquinas Ltda,  que cedeu o prédio onde foram instalados os equipamentos da cozinha experimental, o Centro de Treinamento em Alimentação faz parte do Projeto AlimentAÇÃO, iniciativa da Abapa que nasceu no início deste ano e já vinha acontecendo pontualmente dentro das próprias fazendas. Durante a inauguração, que teve participação dos produtores, representantes de classes locais, sociedade civil, além do bispo da Diocese de Barreiras, D. Ricardo Weber Berger, que abençoou as instalações, ocorreu também a primeira cerimônia de diplomação dos profissionais já treinados pelo Projeto.
Apesar do foco no trabalhador rural, a Abapa pretende estender os serviços do Centro de Treinamento em Alimentação aos possíveis interessados de toda a sociedade da região, como, por exemplo, a crescente rede hoteleira e de restaurantes. “Há dois aspectos muito importantes neste projeto: o bem estar do trabalhador rural e a qualificação da mão de obra, que são contribuições diretas da entidade para a melhoria nos índices de desenvolvimento e na qualidade de vida na região”, explica o presidente da Abapa, João Carlos Jacobsen.
Segundo Marcelino Flores, da empresa Agrosul, a necessidade constante de treinamento da mão de obra no Oeste motivou a empresa a se juntar à iniciativa. “Pessoas capacitadas são importantíssimas para a região, e a Abapa, uma entidade forte, nos credencia a acreditar neste projeto”, afirma.
Estrutura curricular – Aulas práticas e teóricas, distribuídas em uma programação de cinco dias e carga horária de 40 horas, compõem a grade curricular. Cada turma tem no máximo 10 pessoas. No comando do curso está a nutricionista Patrícia Castanharo, contratada pela Abapa, que explica que a satisfação do trabalhador rural no emprego passa necessariamente pela boa alimentação.
“Uma dieta nutritiva, saudável e, é claro, saborosa não só faz diferença do ponto de vista fisiológico, como indica o cuidado do produtor rural com os seus colaboradores”, diz a nutricionista. Por isso, os alunos do AlimentAÇÃO incrementam as técnicas de preparo que já conhecem, aumentam o repertório de receitas e aprendem formas novas de preparar os pratos, aproveitando melhor o potencial das matérias-primas com o uso, por exemplo, de cascas e talos dos vegetais, que são ricos em nutrientes e fibras. As aulas incluem ainda o manejo seguro dos materiais para evitar contaminação.
“A qualificação visa a orientar os participantes para oferecer produtos e serviços diferenciados para as empresas e para a comunidade, possibilitando melhores chances de inclusão e remuneração destes profissionais no mercado de trabalho, além promover a saúde do trabalhador rural.”, diz Patrícia Castanharo.
De acordo com João Carlos Jacobsen, a construção de um centro montado especialmente para este tipo de atividade foi um passo natural do Projeto, e o que se espera a médio prazo é atingir com ele a totalidade dos profissionais da região.
“A cotonicultura do Oeste da Bahia alcançou um índice admirável de qualificação, que reflete na qualidade da nossa fibra, sem dúvida a melhor do Brasil e uma das melhores do mundo. Nossa prioridade é a qualificação do produtor e dos profissionais que trabalham diretamente com o negócio algodão. Mas vemos a cotonicultura não apenas como uma cadeia, e sim como uma trama, um tecido, no qual cada um desses agentes é um fio que encorpa essa malha. Por isso, todos têm de ser fortalecidos e merecem atenção”, diz Jacobsen.

Fonte: http://www.jornalnovafronteira.com.br

A arrogância pode custar caro

Ordélio Azevedo Sette – O Estado de S.Paulo

Existem hoje muitos cursos de treinamento em negociação, e os executivos estão realmente se preparando para sentar à mesa de negociações. Poucos, porém, são alertados sobre duas coisas: o sucesso ou insucesso numa negociação depende fundamentalmente de estar o negociador preparado. Em segundo lugar, ele não deve subestimar a outra parte, não pode agir com arrogância e muito menos com impaciência.

Boa parte do êxito de um negociador gira em torno de sua simpatia e simplicidade e na empatia com os demais à mesa. Fiz esse introito para lhes relatar um fato verídico que acompanhei na minha carreira profissional de velho negociador de joint ventures e fusões e aquisições.

Um cliente nosso, acionista de uma indústria, recebeu de um grupo norte-americano uma manifestação de interesse na aquisição da referida empresa. E nós fomos chamados para assessorar a negociação.

Para começar, foi assinado um Termo de Confidencialidade (NDA). Os americanos vieram a realizar uma due diligence (levantamento de dados financeiros), ao fim da qual teriam a opção de fazer ou não uma oferta firme. Preparamos um data room com todas as informações básicas necessárias para conhecimento e avaliação da empresa pelo pretendente estrangeiro e a due diligence foi feita em conjunto por um escritório de advocacia e auditoria independentes, contratados pelos americanos. Esse trabalho dos consultores durou cerca de 30 dias e, após seu término, gerados os relatórios, o candidato à compra deveria apresentar sua proposta firme de acordo com o NDA firmado.

No curso da due diligence, o relacionamento entre as partes estava muito bom e socialmente em alto nível. Nenhum incidente ou fato prejudicou os trabalhos e nem provocou qualquer estresse, tendo inclusive havido seguidas visitas à fábrica pelo grupo interessado.

O presidente do grupo americano, logo após o término da due diligence, telefonou ao presidente da empresa brasileira (e seu acionista controlador) para dizer que os resultados dos trabalhos de auditoria foram bons e que ele, ao invés de fazer uma oferta firme por escrito para compra da totalidade das ações da empresa industrial, como previsto no NDA, preferiria mandar um executivo seu ao Brasil, a fim de que o mesmo formulasse a proposta verbalmente em uma reunião e a mesma fosse avaliada pelos nossos clientes.

Ao mesmo tempo, nós tratamos de fazer uma avaliação que orientasse nossa negociação. Tínhamos uma estimativa de preço de venda que ia entre $12 a 15 milhões no máximo, sendo que o cliente venderia até pelo valor mínimo de $12 milhões, dependendo das condições de pagamento e de outras cláusulas do negócio, notadamente quanto ao passivo da empresa, que não era grande, mas o prazo de responsabilidade retroativa poderia influenciá-lo quanto ao valor.

Nosso cliente não gostou muito da novidade, mas acabou cedendo e admitindo que a proposta fosse feita verbalmente desde que, logo após a reunião, houvesse a entrega de uma carta retratando-a como uma oferta vinculante.

A pedido dos americanos, a reunião foi marcada para às 10 horas da manhã. O representante do grupo ofertante deveria chegar naquele mesmo dia bem cedo no aeroporto, dispondo de mais ou menos uma hora para passar no hotel, tomar uma ducha e vir para a mesa. Mas, na verdade, ele só chegou no local designado às 11 horas, pedindo muitas desculpas pelo atraso e demonstrando constrangimento e certa impaciência.

Nós tínhamos combinado antes uma agenda para a reunião e ficou acertado entre as partes que o presidente da nossa cliente abriria a reunião com uma pequena apresentação em power point sobre a empresa, uma vez que o representante americano ainda não tinha estado no Brasil e nem na fábrica.

Em seguida, esse representante apresentaria a proposta, justificando-a.

Começada a apresentação, o americano se mostrava cada vez mais impaciente. Mal conseguia ficar assentado na cadeira. Era um homem alto e pesado, com cerca de 1,90 m e uns 100 quilos. Era muito claro e suava mesmo no ar condicionado da sala, enxugando a testa com lenço seguidamente.

Em um dado momento, o americano não se conteve e bateu na mesa pesadamente, interrompendo a apresentação do presidente da empresa e assustando a todos. Sem pedir licença, ele disse: “Eu não estou aqui para perder tempo e ficar ouvindo esse blá blá blá. Cheguei de viagem cansado, não dormi a noite inteira e minha missão aqui é apresentar uma proposta que já trouxe pronta. Se vocês estão fazendo essa apresentação para valorizar a empresa, estão perdendo seu tempo, pois já conhecemos bem o que estamos pretendendo comprar e temos nossa avaliação. Mais de US$ 20 milhões pela empresa nós não pagamos mesmo…!”

Imediatamente, meu cliente me disse, em português: “Vou fechar agora.” Eu então respondi que não se precipitasse, pedisse um tempo e saísse da sala, o que ele fez imediatamente. Passado algum tempo, voltamos para a mesa e dissemos que, já que ele queria mesmo era negociar o valor, o nosso preço era US$25 milhões!

Para encurtar a história, fechamos em duas horas por US$23 milhões um negócio que poderia ter sido comprado por até US$12 milhões.

Ordélio Azevedo Sette é sócio-sênior da Azevedo Sette Advogados

Fonte: http://www.estadao.com.br

Prossegue curso de formação da Universidade Corporativa

Acontece a amanhã (30/03) das 8h às 12h o Seminário de desenvolvimento do Curso de Formação de Multiplicadores da Cultura Gerencial do Programa Universidade Corporativa do Estado de Goiás. Os trabalhos serão desenvolvidos junto aos candidatos a multiplicadores, a diretores e superintendentes dos 16 órgãos relacionados a essa capacitação. Estarão presentes ainda, representantes do Pnage – Programa Nacional de Modernização da Gestão dos Estados e do Distrito Federal responsável por disponibilizar parte dos recursos destinados à execução do curso de formação dos 100 servidores participantes.

O tema do evento é Governança para Resultados na Administração Pública e será conduzido pelo Prof. Gilberto Porto que é especialista em Estratégia pela Harvard Business School, graduado em Administração e pós-graduado em Controladoria ambas pela UnB – Universidade de Brasília.

O palestrante discorrerá sobre os principais elementos de um modelo de Governança para Resultados, as limitações das abordagens tradicionais, o alinhamento do Modelo de Gestão (estrutura e processos) entre outros itens. Os trabalhos acontecerão no auditório da ESUP – Escola Superior de Negócios (Av. Antônio Fidélis nº 515, Parque Amazônia), por ser a conveniada em Goiânia da Fundação Getúlio Vargas, que é a ministradora do Curso de Formação.

Universidade Corporativa do Poder Judiciário: sonho ou realidade?

Por Diogo Ferreira

Durante o 3º Encontro do Poder Judiciário, ocorrido no dia 26 de fevereiro em São Paulo, que reuniu os presidentes de todos os tribunais brasileiros, foram estabelecidas 10 metas prioritárias para o ano de 2010. Além das metas o CNJ definiu algumas ações estratégicas, dentre elas a “criação de centro de capacitação de servidores”.

A capacitação de servidores e magistrados tem sido foco de preocupação do CNJ nos últimos anos. Em 2009 a Meta 6 estabelecia “capacitar o administrador, de cada unidade judiciária, em gestão de pessoas e processos de trabalho, para imediata implantação de métodos de gerenciamento de rotinas até 31 de dezembro”. Já em 2010, a Meta 8 estabelece “promover cursos de capacitação em administração judiciária, com no mínimo 40 horas, para 50% dos magistrados”. Outras ações nesse sentido foram: a criação do Plano Nacional de Capacitação, a realização do 1º Fórum de Educação a Distância do Poder Judiciário e a oferta de cursos de Desenvolvimento de Competências Gerenciais e Gestão de Pessoas e Processos.

Temas relacionados a treinamento e capacitação foram discutidos no 4º Congresso de Educação Corporativa, realizado em março deste ano em São Paulo. Foram apresentados casos de sucesso de empresas como Nestle, Coca-Cola, McDonald´s, Banco do Brasil, Oi, Petrobrás, Banco Central, CEF, Sebrae, entre outras. Ao participar desse evento tive a oportunidade de conhecer diversos modelos de Universidades Corporativas – UCs, suas estruturas e fases de implantação. Tudo isso me fez refletir sobre a possibilidade de o centro de capacitação de servidores funcionar como uma universidade corporativa do Poder Judiciário. Esse artigo discutirá as bases para a criação de uma universidade corporativa, fazendo um paralelo com o centro de capacitação de servidores.

para ler mais, acesse: http://www.cnj.jus.br/estrategia/index.php/universidade-corporativa-do-poder-judiciario-sonho-ou-realidade/

Robô-cobaia japonês ajuda treinamento de estudantes de odontologia

De Karyn POUPEE (AFP) – Há 23 horas

TÓQUIO, Japão — A cada vez que um estudante de odontologia liga o motor e não o aplica corretamente, Hanako é estimulada a gritar de dor. Seu calvário chega ao fim, no entanto, quando o futuro dentista consegue executar o gesto com mais esmero. A paciente não protesta mais.

Sentada na cadeira do consultório odontológico de uma universidade de Tóquio, a robô-cobaia, humanóide da cabeça aos pés, suporta todas as torturas que lhe são infligidas.

Hanako, concebida no laboratório da Universidade Waseda em conjunto com a empresa de robótica Tmsuk, é a terceira geração de andróide imaginada, e a que deu mais certo.

A boca de Hanako Showa é cheia de dentes e possui, inclusive, zonas sensíveis, podendo movimentar a língua, salivar e responder a perguntas do dentista, graças a um dispositivo de reconhecimento e síntese vocais.

Em caso de dor, Hanako geme, vira bruscamente a cabeça e arregala os olhos, fecha a boca ou joga o braço para trás – gestos considerados de risco, tanto para a paciente quanto para o futuro dentista. “Se você sentir alguma dor, levante a mão esquerda”, ouve, repetidamente.

Quando a intervenção é mais longa, ela demonstra sinais de fadiga e não consegue manter, direito, a boca bem aberta.

“O número de incidentes registrados na cadeira de dentista é considerado duas vezes maior no primeiro ano de exercício do profissional do que no segundo”, explica o professor Kotaro Maki da Universidade Showa de Tóquio.

Outra lacuna diz respeito à comunicação com uma pessoa que sofre, diz Maki.

“Com o robô, os estudantes podem repetir os exercícios inúmeras vezes e melhorar os erros, adquirindo experiência”, insiste.

Os robôs-cobaia são, segundo ele, uma solução a qual o Japão tem todo o interesse em levar adiante.

“Com o robô, a gente se sente mais próximo da realidade. Ao contrário dos meios antigos, Hanako reage espontaneamente, como uma verdadeira paciente”, comenta um estudante, Shugo Haga.

Fonte: http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5jG6p2jpsSnpIrq36nmF3t1oC9jUw

Tecnologia e prática como diferenciais no treinamento de RH

Sexta-feira, dia 26 de Março de 2010 às 12:20hs

O processo de globalização para o mercado empresarial é implacável, e um dos maiores desafios enfrentados pelas empresas é conquistar resultados rápidos, lucrativos, mas acima de tudo duradouros.

Para isso, profissionais qualificados e motivados são as ferramentas primordiais para alcançar o sucesso. Cientes desta necessidade, as corporações cada vez mais têm investido em treinamentos de recursos humanos como forma de maximizar o retorno de seus colaboradores.

Entretanto, a maior dificuldade dos empresários está em encontrar uma ferramenta que contemple efetivamente a área de atuação de seus empregados e de sua empresa, fuja do convencional e traga os retornos desejados.

Uma das técnicas que tem ganhado força no mercado são os Jogos de Negócios. O principal diferencial entre o treinamento convencional e os jogos é que ao testar uma teoria na prática, o aluno verifica na hora o resultado, conhecendo e assimilando melhor o processo. Sem contar os custos para a empresa, cerca de 40% mais em conta.

Além disso, os Jogos de Negócios podem ser criados de acordo com as necessidades de cada empresa. “As ações permitem a precisão em gerar rotinas de um ambiente competitivo, testar cenários, processos, decisões de marketing, análises econômicas, gestão de logística e possíveis modelos operacionais para minimizar custos, elencar possíveis riscos e testar decisões antes de efetivá-las”, afirma Fernando Arbache, presidente da Arbache Consultoria, de São Paulo, com forte atuação na região Nordeste do Brasil, e que no inicio do mês de março esteve na Toyota, nos Estados Unidos, para acompanhar a realização de um jogo e, posteriormente, irá desenvolver uma ferramenta que atenda as necessidades da filial brasileira da empresa automobilística.

Para as empresas o retorno dos Jogos de Negócios é fantástico, afinal, graças à tecnologia aplicada por meio de um simulador em computador, é possível analisar a performance dos participantes (em grupo e individualmente) em várias vertentes como foco nos resultados, capacidade de liderança, comprometimento, entre outros que possibilitam a adequação dos colaboradores em cargos e áreas em que mais se destacam como profissionais, ou seja, “é muito mais do que um treinamento, é uma análise de recursos humanos”, afirma Arbache.

Doutor em Sistemas de Informação e Inteligência de Mercado (ITA), Fernando Arbache é docente das cadeiras de Logística e Administração de Projetos da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e Professor do Alto Comando da Marinha de Guerra Brasileira, nas cadeiras de Logística e Sistemas de Informação. Além disso, é autor do livro Logística empresarial, da editora Petrobras, e Gestão de Logística, Distribuição e Trade Marketing, da Editora FGV.

Para Arbache, “por serem extremamente versáteis, os Jogos de Negócios ganham a preferência das empresas principalmente por serem desenvolvidos de acordo com as necessidades de cada instituição. Por isso, me empenho na formatação e divulgação dos jogos”.

Fonte: http://www.aquidauananews.com

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