Facilitador e Instrutor. Palestrante, se preciso for…

Arquivo para agosto, 2009

Treinamento online para colaboradores

O portal de aprendizagem conta atualmente com 250 cursos direcionados aos funcionários próprios e parceiros comerciais

Roberta Quixadá
robertaquixada@opovo.com.br

28 Ago 2009 – 10h58min

Desde 2007 a TIM Brasil está desenvolvendo o projeto @aula.TIM. Trata-se de um portal de aprendizagem que pode ser acessado pelos colaboradores e parceiros comerciais da empresa. Nele são divulgadas informações aos funcionários, comunicados relevantes e cursos online que visam a formação das equipes.

De acordo com a gerente de desenvolvimento e formação da TIM Brasil, Selena Fróes, o ponto mais importante do treinamento online é a agilidade que ele permite. “O alcance é grande. Conseguimos atingir um maior número de pessoas em pouco espaço de tempo, garantindo qualidade e eficiência da informação”, afirma Selena, que acrescenta o fato da empresa sentir essa necessidade, já que possui filiais em todo Brasil.

O @aula.TIM conta atualmente com cerca de 250 cursos e teve adesão de 80% com nível de satisfação alto. Selena pontua que alguns treinamentos são disponibilizados como uma ferramenta de autodesenvolvimento, são voluntários. Outros são obrigatórios, quando se trata de lançamentos comerciais, vendas e atendimento. O público alvo da empresa é de 50 mil pessoas – 10 mil funcionários próprios e 40 mil parceiros comerciais em vendas ou atendimento ao cliente.

A gerente de desenvolvimento e formação da TIM garante que todo o investimento financeiro já foi coberto, mas ainda pretendem melhorar a ferramenta em conteúdo e interatividade. “A tecnologia muda a cada dia, então os recursos para desenvolver os treinamentos online vão se aperfeiçoando. Estamos buscando agora torná-lo mais interativo”, explica Selena. Ela adianta que a novidade para este ano são cursos de graduação online pelo @aula.TIM.

O foco do conteúdo no momento é a sustentabilidade. Fróes exemplifica: “Em julho disponibilizamos o curso Conectando-se com a Sustentabilidade e, em cerca de 12 dias, mais de 3.500 pessoas participaram. É um tema extremamente badalado”. Ela afirma que pretendem trabalhar mais esse tema durante esse ano.

NÚMEROS

330 mil foi o número de horas treinadas com o @aula.TIM

85% foi o nível de satisfação com a ferramenta

Fonte: www.opovo.com.br

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Servidores da SEFIN recebem treinamento sobre NF-e e Sped Fiscal

Servidores_SefinCom o objetivo de nivelar conhecimento sobre a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e o Sistema Público de Escrituração Digital-Sped Fiscal, a Coordenadoria da Receita Estadual (CRE/SEFIN), através da Gerência de Fiscalização (GEFIS/CRE/SEFIN) está capacitando servidores que atuam nas seis regionais do Estado, como Agentes de Renda, Assessor de Delegado e funcionários do atendimento Call Center.
Os cursos têm sido realizados em Porto Velho, no auditório da Coordenadoria da Receita Estadual e tem a duração de dois dias. “A idéia é transmitir informações sobre os dois sistemas aos servidores para que possam utilizá-los sozinhos, porque tanto a NF-e como o Sped Fiscal farão parte da rotina de trabalho deles. Através do conhecimento adquirido nos cursos, poderão auxiliar outros funcionários”, afirma Adailton Lima, gerente de Fiscalização.
Os servidores são instruídos por Acyr Monteiro que é o gestor da Nota Fiscal Eletrônica em Rondônia, assim ao final do curso os participantes terão conhecimento da legislação, da obrigatoriedade e outros aspectos relacionados com o tema. Vale ressaltar, que neste curso será trabalhado, também, o emissor autônomo da NF-e.
Até o final de 2009 estão previstos mais cursos na capital e em Vilhena abordando a NF-e e o Sped Fiscal.
Obrigatoriedade da NF-e e Sped Fiscal
A apresentação do Sped, que abrande a Escrituração Contábil Digital-ECD, Escrituração Fiscal Digital (EFD) e Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), passou a ser obrigatória em 2009, através do Decreto Federal 6022/07, a todos os contribuintes do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadoria e sobre prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) ou do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), cujas empresas tiveram faturamento bruto igual ou superior a R$ 6 milhões em 2007.
O sistema de documentos eletrônicos assinados digitalmente foi desenvolvido para substituir o modelo atual de emissão de notas fiscais, escrituração fisco-contábil, e a declaração das informações aos fiscos. Os livros fiscais registros de entradas, saídas, inventário, apuração do IPI e ICMS são substituídos por arquivo eletrônico assinado digitalmente. Visa ainda a redução de custos, além de simplificar e agilizar dos processos que envolvem o cumprimento de obrigações acessórias.
Com o sistema será evitado o acúmulo de documentos em papel, com a massificação do uso da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), modelo 55 que substitui os modelos 1 e 1A, possibilita a melhora do processo de controle fiscal e consequentemente a redução da sonegação fiscal e o aumento da arrecadação.
O uso da NF-e dará suporte aos projetos de escrituração eletrônica contábil e Escrituração Fiscal Digital, fortalecendo a integração entre os fiscos, Receita Federal do Brasil e demais Secretarias de Fazenda Estaduais. Deve facilitar ainda a fiscalização realizada pelas Administrações Tributárias devido ao compartilhamento das informações da NF-e, além, da rapidez no acesso às informações, possibilitando o cruzamento eletrônico de informações.
As empresas que aderiram ao SPED estão dispensadas do envio mensal dos arquivos do Sistema Integrado de Informações Sobre Operações Interestaduais com Mercadorias e Serviços (SINTEGRA) e Guia de Informação e Apuração Mensal do ICMS (GIAM).
Fonte: Decom (É permitida a reprodução desta matéria desde que citada a fonte.)

Quer saber mais sobre o SPED? acesse www.institutodevendas.com.br

Gabriel Grabowski: ‘Ensino técnico oferece mais empregabilidade que o superior’

29/08/2009 às 16:32

O professor universitário Gabriel Grabowski é especialista em ensino técnico e atua como consultor do Ministério da Educação. Em suas pesquisas, Grabowski constatou que o ensino profissionalizante oferece mais empregabilidade aos jovens brasileiros do que o ensino superior. Além disso, o País precisaria formar o triplo de técnicos do que que coloca hoje no mercado, para atender a sua demanda. Confira na entrevista concedida para a repórter Carine Aprile Iervese.
 
A TARDE – O que foi possível constatar sobre o ensino técnico no Brasil?
Gabriel Grabowski – O Brasil tem, aproximadamente, apenas 750 mil alunos no ensino técnico. É um contingente baixo em relação a nossa população e demanda produtiva. Quando o País começou a crescer e desenvolver-se mais nos últimos anos, já foi perceptível a falta de profissionais formados, especialmente em algumas áreas técnicas. Isto demonstrou que os profissionais qualificados, bem formados, em instituições sérias, tiveram alta empregabilidade. Mas nossa educação brasileira possui um problema histórico: ausência de planejamento estratégico nacional. Formamos por percepções e não com base em demandas e necessidades planificadas. Então temos, em algumas áreas, excesso de
formandos, como os antigos técnicos de contabilidade, secretariado, administraço e, em outras, carências estruturais, como química, biologia, meio ambiente, petróleo, mecânica, eletrônica, técnicos de saúde e agroecologia.
 
A TARDE –  Especialistas afirmam que o Brasil precisa formar mais técnicos.
GG – Sim, precisamos no mínimo triplicar nossa formação de nível técnico a curto prazo. Mas não basta formar apenas  técnicos, precisamos melhorar toda educação básica e superior, qualificando-a, diversificando-a e formando profissionais de forte base técnica, científica e humanista. O plano de expansão da educação profissional,
capitaneado pelo MEC, deverá impactar nos próximos anos o aumento de técnicos, mas acredito que deveríamos, como nação, pensar melhor as áreas e aproximar mais das políticas de desenvolvimento, trabalho, renda, saúde, industria, serviços e agricultura familiar.

A TARDE – Quanto seria necessário investir para que o ensino técnico evoluísse no Brasil? Quanto é investido hoje?
GG – O governo federal investe basicamente na rede federal. Continuamos investindo em novas escolas, novos  laboratórios, contratação de professores públicos e estruturas que, a médio prazo, impactaram na formação de mais técnicos. Ainda não conseguimos investir rapidamente no sujeito estudante: o jovem trabalhador.  O ensino técnico, como o superior, é ainda majoritariamente privado. Pois os investimentos nas redes públicas são mais lentos e os resultados levam mais tempo. Mas, principalmente o governo federal, possui um plano ousado de expansão da rede federal. O que me preocupa é que cada governo tem um plano, o anterior também tinha, cujo resultado foi tímido. Espero que este, por ser na esfera publica, frutifique, pois na história educacional temos vários planos que não passaram da fase das grandes obras. Mas há centenas de milhões sendo investidos.

A TARDE – Quantos técnicos o Brasil forma por ano e quantos deveria formar?
GG – Estudam 750 mil alunos na educação profissional. Formamos, no máximo 1/3 deste total. Se nossa economia crescesse mais e o pais de desenvolvesse mais estaríamos com falta de profissionais. Deveríamos formar, no meu entendimento, no mínimo 500 mil por ano. Há áreas estratégicas que já há carência de profissionais. Tanto que
grandes empresas criaram as escolas ou universidade corporativas para dar conta desta formação.

A TARDE – Qual a importância do ensino técnico e profissionalizante no Brasil?
GG – O ensino de nível técnico é imprescindível para o desenvolvimento do País. O jovem formado no nível técnico consegue emprego mais rápido e fácil e com esta renda consegue cursar outros cursos, inclusive o superior. Após passarmos pelos efeitos desta última crise já sentiremos a necessidade de mais profisisonais técnicos em muitas áreas de produção.

A TARDE – O senhor indicaria especialidades mais requisitadas ou com maior escassez de profissionais na área técnica? Sabe dizer sobre essa demanda na Bahia?
GG – Na Bahia e no Brasil as necessidades são similares. Em tempos de globalização, as áreas de petróleo, gás, meio ambiente, agricultura familiar, agroecologia, construção civil, vendas – especialmente para o setor imobiliário – e saúde estão com fortes demandas. Mesmo áreas industriais antigas e novas demandam, como mecânica,
eletrônica, automação, segurança trabalho e gestão sistêmica.

A TARDE – A preferência dos jovens ainda é pelos cursos superiores? Muitos ainda acham que o ensino técnico é inferior?
GG – No Brasil, o diploma tem um valor cultural muito forte. É a herançaa da colonização e da época em que a elite mandava seus filhos estudarem na Europa. Difundiu-se a ideia de que o curso superior garante profissionalidade e emprego. Isto está mudando muito. Precisamos ter cuidado. O jovem pensa assim porque os adultos e a sociedade
assim propagaram.

A TARDE – É possível desenvolver uma boa carreira tendo apenas o nível técnico? De que forma?
GG – Sim, mas nunca podemos deixar de estudar. O conhecimento é dinâmico. O mundo do trabalho e da produção se alteram e novas formações são necessárias.

 

Fonte: www.atarde.com.br

Curso de Jornalismo Esportivo do IGEC/FACHA promoverá palestra com o Presidente da Traffic Sports, Julio Mariz

O Curso de Jornalismo Esportivo (JENE) do IGEC/FACHA promoverá na próxima segunda-feira, 31 de agosto, a partir das 19 h, no auditório (Rua da Matriz 49, Botafogo), uma palestra com o Presidente da Traffic Sports, Julio Mariz, com o tema  “A participação  da Traffic no mercado”.

Leia mais em www.igec.com.br

Siemens inaugura centro de treinamento em energia eólica

 

 

A Siemens acaba de inaugurar seu centro internacional de treinamento de formação em energia eólica na cidade de Bremen, na Alemanha. A iniciativa é resultado da crescente demanda por essa modalidade de energia renovável e tem como objetivo aprimorar os conhecimentos técnicos dos especialistas que atuam no setor, além de formar mão de obra capacitada em diversos países. Com amplo programa de qualificação alinhado às últimas novidades, os treinamentos abrangem todos os aspectos de confiabilidade e eficiência operacional das turbinas eólicas. Nos últimos dez anos, o setor passou por um salto tecnológico e as turbinas atuais produzem em média dez vezes mais energia do que na década de 90.

A energia eólica é uma característica importante do portfolio ambiental da Siemens. Em 2008, as receitas provenientes de produtos e soluções ambientais da companhia foram de aproximadamente 19 bilhões de euros e o setor de eólicas tem apresentado um dos maiores crescimentos no portfolio verde da companhia.

A característica principal do novo centro é oferecer condições praticamente reais, por meio de simuladores, módulos elétricos e hidráulicos, guindastes para manutenção e estruturas fixas. O centro de formação é uma parte importante do serviço voltado para a energia eólica e, juntamente com três outras instalações para treinamento na Europa e nos Estados Unidos, provê as necessidades de serviços nesse segmento para a formação da Siemens mundial e seus clientes.

No Brasil, os planos da Siemens são de trazer suas bem-sucedidas experiências no exterior no setor de energia eólica. A companhia está alinhada com a estratégia do governo federal de incentivar o uso de energias limpas e renováveis e, mais do que isso, investir na crescente demanda interna por eco eficiência. Atenta a este segmento, a Siemens estruturou no País uma equipe especializada no atendimento técnico e comercial ao mercado nacional para oferecer produtos e soluções na área.

Siemens’ Energy Sector – O Setor Energy da Siemens é o fornecedor líder mundial de uma gama completa de produtos, serviços e soluções para a geração, transmissão e distribuição de energia e para a extração, conversão e transporte de petróleo e gás. No exercício de 2007 (encerrado em 30 de setembro de 2007, e preparado de acordo com o IFRS – International Financial Reporting Standard), o Setor Energy registrou receitas de aproximadamente €20 bilhões e novos pedidos totalizando cerca de €28 bilhões, tendo contabilizado um lucro de €1,8 bilhão. No início do exercício de 2008, o Setor Energy contava com 73.500 colaboradores. Todas as cifras representam a soma dos números não consolidados para os Grupos de Geração de Energia e Transmissão e Distribuição de Energia e para a Divisão de Soluções de Petróleo, Gás e Marítimas do Grupo Soluções e Serviços Industriais. No Brasil, o Setor Energy tem uma participação de 60% da base instalada de usinas de cogeração industrial, 40% de termelétricas, 50% de hidrelétricas e 100% de nuclear. Além disso, 30% das linhas de transmissão e distribuição do país contêm tecnologias e produtos Siemens. [www.siemens.com.br/energy].

Fonte: Portal Fator

Bangu Shopping promove treinamento de moda para lojistas

O Bangu Shopping, em parceria com a Associação de Lojistas do Bangu Shopping (ALBS), promoverá no dia 2 de setembro a palestra “Decifrando a moda e transformando em vendas”, realizada pela Fashion Market. No evento, que acontecerá no cinema do shopping, estarão presentes cerca de 250 participantes, entre gerentes e equipes de vendas das lojas.

“Nosso objetivo nesta palestra é municiar os vendedores de informações sobre a coleção Primavera-Verão e transformá-los em consultores de moda para o consumidor. Acreditamos que as informações vão criar argumentos de vendas, aumentando a possibilidade da efetivação destas, dar um diferencial competitivo para estes profissionais e ajudar na fidelização dos clientes”, diz Carolina Galhanone, gerente de marketing do Bangu Shopping.

Pocket desfile com as tendências da próxima estação

A palestra faz parte do Projeto Qualificar, que tem como objetivo melhorar os dois pontos principais do negócio de cada lojista – Serviço (como é feita a venda) e Produto – com uma linguagem fácil de ser compreendida em cada segmento do varejo. O projeto realizará ao longo do segundo semestre um total de sete palestras – três já aconteceram –, treinando mais de mil profissionais entre gerentes, supervisores e suas equipes de venda.

 A exemplo do primeiro workshop de moda, “Alavancando vendas a partir da informação de moda”, este também terá um pocket desfile, onde cinco modelos (duas crianças, duas mulheres e um homem) ilustrarão para os participantes o que a palestrante Silvinha de Souza, da Fashion Market, ministrará durante o evento. Também como aconteceu no anterior, será distribuído um novo caderno de “Tendências Primavera-Verão 09/10”, com dicas de moda para a nova estação como: O que não pode faltar? Como combinar as peças chaves da estação? Além de dicas sobre maquiagem e cabelos dadas pela Contém 1g e pelo Walter`s Coiffeur, respectivamente.

Projeto Qualificar: treinamento pode elevar as vendas em até 15%

O que o lojista não deve fazer jamais? Como lidar com o consumidor? Contornar objeções e transformá-las em vendas? Qual será a tendência da próxima estação? Que tipo de moda estará em alta e qual é a peça mais comercial para ser vendida? Como fazer uma vitrine atrativa? Foi a partir desses questionamentos que o Bangu Shopping iniciou no segundo semestre o Projeto Qualificar, que está sendo realizado pelo IBRC (Instituto Brasileiro de Relações com o Cliente). O instituto é responsável pelas técnicas de vendas e fidelização de clientes. A consultoria também conta com o trabalho da Fashion Marketing, que dá todo conteúdo da próxima coleção Primavera-Verão 09/10, e irá ajudar a decifrar as ideias para alavancar as vendas através da moda.

O foco dos treinamentos do projeto Qualificar será em motivação, atendimento, vendas e moda. Depois da mensuração dos resultados, será concedida uma certificação com os selos “Loja Amiga do Cliente” e “Shopping Amigo do Cliente”. Segundo o presidente do IBRC, Alexandre Diogo, “a concessão dos selos é um diferencial agregador de imagem, que poderá elevar as vendas em até 15%”.

 Agenda 20 de julho – O segredo do sucesso – Já realizado

21 de julho – Alavancando vendas a partir da informação de moda – Já realizado

11 de agosto – O que pinta no coração do cliente – Já realizado

02 de setembro – Decifrando a moda e transformando em venda

22 de setembro – Direitos do consumidor e do fornecedor

13 de outubro – Cultivando relacionamentos

10 de novembro – Um natal mágico pra você!

Fonte:

http://www.segs.com.br – Fonte ou Autoria é : Tiberius Drumond   
24-Ago-2009

Profissionais de pesca fazem treinamento

 A Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), juntamente com o Instituto Acquamazon, promoveram, no início de agosto, a “Semana de Treinamento dos Técnicos Científicos de Bordo”, que é uma das etapas do Programa de Monitoramento da Pesca Industrial no Estado do Pará, projeto feito em convênio com o Ministério da Pesca e Aquicultura e criado com o propósito de obter e gerar informações relacionadas à pesca comercial da Costa Norte do Brasil.

Estas informações possibilitarão o desenvolvimento do setor e uma gestão moderna dos recursos pesqueiros com respeito ambiental e maior eficiência pesqueira, através da capacitação de profissionais e pesquisas voltadas às demandas e necessidades regionais.

INSTITUIÇÕES

O treinamento ocorreu no campus da Ufra, em Belém , e tem por objetivo capacitar todos os acadêmicos ou graduados no curso de Engenharia de Pesca e áreas afins das seguintes instituições (Ufra, UFPA, IFPA e CEPE) que participam ou pretendem participar da coleta de dados a bordo de embarcações pesqueiras das diversas espécies (piramutaba, camarão rosa, pargo e rede de emalhe) contempladas pelo Monitoramento da Pesca Industrial do Pará.

Durante o treinamento, o Instituto aplicou gratuitamente o teste psicotécnico e exame psicológico para bolsistas do programa e para os demais participantes do evento. De acordo com a exigência do Ministério da Pesca e Aquicultura, para embarcar o técnico deverá se submeter ao exame psicotécnico, no qual o resultado do mesmo será utilizado como documento obrigatório a todos que desejarem participar de embarques.

Ao final da Semana de Treinamento, o Engenheiro de Pesca do Acquamazon e coordenador de embarques, Ediano Sandes ressaltou a importância desses cursos para o profissional de pesca: “esse treinamento promove a difusão de conhecimentos para os técnicos científicos de bordo inerentes às adversas modalidades de pescaria (piramutaba, pargo, camarão-rosa e etc) realizadas no estado do Pará, bem como a capacitação dos mesmos quanto às metodologias de amostragem a bordos dos recursos capturados por essas pescarias”.

Este mesmo evento ocorrerá em Bragança, no período de 11 a 13 de setembro para capacitar estudantes da UFPA e do IFPA, que não tiveram a oportunidade de estar presente no treinamento em Belém, tendo em vista que a cidade de Bragança é um importante polo pesqueiro da região, de onde são embarcados inúmeros técnicos para o trabalho de amostragem a bordo.

Fonte: www.diariodopara.com.br

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